O meu envolvimento com a música começou aos meus 17 anos, na 9ª COMECON (Confraternização de Mocidades Espíritas de Contagem) onde eu tive meu primeiro contato com um violão, a turminha da integração (Moisés, Nahur, Sandra, André) permitiam que a gente segurasse os violões, e foi aí que me despertou a curiosidade e vontade de aprender a tocar aquele instrumento, e olhando os outros tocarem aprendi ali mesmo a executar algumas notas. O Moisés sempre me assistia de longe e me fez um convite que eu não pude descartar, ele quis me ensinar a tocar violão, e pediu que eu o procurasse após a COMECON, e eu o procurei, comecei a fazer aula com ele, e só tinha em casa apenas um violão tonante velho, que meu pai achou no lixo, ele estava todo empenado, e mau saia som, afinar então: impossível, mas por motivo de locomoção eu não pude continuar, e minhas aulas não duraram um mês, e com isso eu parei de mexer com música, fiquei afastado do movimento espírita por um bom tempo, 5 anos depois eu ganhei de um amigo um violão di Giorgio no qual tenho até hoje, voltei a querer aprender a tocar violão, e sempre que eu via alguém na rua tocando, eu ficava prestando atenção nas mãos, pra ver se eu aprendia alguma coisa, e rapidamente eu corria pra casa pra ver se eu conseguia fazer o que eu vi e algumas coisas eu conseguia, também fui comprando essas revistinhas de músicas cifradas, que encontramos em qualquer banca de jornal. Não demorou e uns amigos me chamaram pra fazer parte de uma banda de pop rock, e eu iria tocar guitarra, eu nunca tinha nem visto uma de perto, mas aceitei, e fui quebrando o galho, tocávamos músicas dos engenheiros do Havaí e capital inicial, mas isso durou muito pouco tempo, eu fui aprendendo mais algumas coisinhas, pouco tempo depois montei outra banda de pop rock, e eu cismei que iria tocar contrabaixo, cheguei até comprar um da Dolphin, ele era tudo de bom, mas eu não sabia nada, e fui com a cara e a coragem e só fazia marcação, e de vez em quando inventava alguma coisa, essa banda se desfez, depois vendi o meu baixo e fiquei só com o meu violão, e um amigo (Vagner) me procurou para montarmos um conjunto eu aceitei devido à proposta que ele me fez, a princípio a gente tocava em barzinhos, só eu e ele e nem violão a gente tinha, mas ajuda para levantar uma carreira não faltava, tanto que de início compramos dois violões folk (Yamaha e um Eagle) e começamos a procura de integrantes para o nosso conjunto, enquanto isso a gente foi comprando algumas coisinhas essenciais: uma bateria, uma mesa de som, uma potência, um rack um equalizador, e encontramos as pessoas que eu diria serem as pessoas certas para tocar conosco, um baixista experiente e um baterista responsável, mas a falta de humildade de um de nossos integrantes fez com que todas as oportunidades que tivemos escapassem por entre nossos dedos, os princípios de nossa banda já não eram mais os mesmos, isso fez com que essa banda deixasse de existir, e eu e o Vagner separamos tudo o que tínhamos comprado juntos, eu fiquei com a bateria, comecei a fazer aula de percussão, e freqüentei apenas uns três meses depois parei, eu queria montar um conjunto espírita, até que uns amigos me falaram que o Moisés, o Saulo e a Juliana estavam cantando juntos nos fins de semana, e eu apresentei uma proposta ao grupo e fui convidado pelo Moisés, a princípio eu iria tocar percussão, mas estava quebrando um galho no violão, mas o Trabalho foi ficando grande e o grupo teve que aumentar, então eu troquei o violão e a percussão pelo baixolão, acabei vendendo minha bateria e comprando um baixolão, e hoje amo estar com essa família que é o verbos de versos, sou fã número 1 de todos. Abraços Dinei |
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